O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 24/10/2019

Em 1509, o soldado alemão Ulrich von Hutten contraiu uma doença desconhecida quando estava na Itália, o paciente descreveu suas condições: havia furúnculos a cor era verde escuro. O soldado alemão agonizava de dor o contato era transmitido pelo ato sexual à chamada sífilis. Pouco antes na década de 1495, o rei francês Carlos VIII invadiu Nápoles, mas as tropas se contaminaram com uma doença nova, séculos depois o HIV/AIDS foi descoberta. No século XXI, a problemática se estabelece entre jovens de 19 a 29 anos no Brasil, ocasionando a falta de informação e a discriminação sobre o dilema entre os jovens.

Convém ressaltar, que o Brasil é um dos melhores em tratamento contra HIV reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) vem alavancando, através da relação não protegida, ocasionando doenças como: sífilis, candidíase, herpes genital, Aids, tricomoníase entre outros. Que pode ser tratadas com medicamentos como antibióticos, antifúngicos, pomadas e ate mesmo cirurgias.

Outro fator determinante do impasse é o preconceito, mesmo com toda informação disponibilizada na mídia, ainda o tabu é constante na vida do portador de (DSTs). A exclusão da família e de pessoas próximas se torna mais doloroso, causando um fator mais agravante à depressão. Quem vive com o vírus pode trabalhar, namorar, estudar entre outros, o que mata é o vírus do preconceito agredindo mais que a doença.

Diante dos atos supracitados, os objetivos de combater os impasses contariam com ajuda do Ministério da Saúde junto com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), desenvolvendo um projeto para eliminar o preconceito e levando mais informação para a sociedade civil, elaborando anúncios publicitários sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e fortalecendo a Legião da Boa Vontade (LBV).