O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 28/10/2019
Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registra cerca de 40 mil novos casos de HIV por ano. Esta é uma das mais graves infecções sexualmente transmissíveis, uma vez que causa deficiência no sistema imunológico do indivíduo. Embora existam formas para prevenção, os dados alarmantes configuram um grave problema de saúde pública, seja por ausência informacional ou pela recusa em utilizar os meios para uma relação sexual segura.
Em princípio, é válido ressaltar a existência da Pílula Anti-HIV, que não é muito difundida nos meios informacionais. Ainda que seja eficiente para o controle de uma das mais graves infecções sexuais, a medicação não alcança com frequência os indivíduos considerados mais vulneráveis, como pessoas que possuem vários parceiros sexuais. Essa realidade permite relembrar os músicos Renato Russo e Cazuza, que morreram por enfermidades agravadas pelo vírus.
Em contra partida, saber prevenir, mas negligenciar os métodos específicos, como a camisinha, é mais nocivo do que a falta de conhecimento. Isso remete aos dados da Secretaria do Estado de São Paulo, que indica um aumento de 601% nos casos de infecções sexuais como Clamídia, Sífilis e Gonorréia. Essas enfermidades, no entanto, podem ser evitadas em conjunto, somente com o uso de preservativos.
Portanto, percebe-se a necessidade de expandir as informações no que tange a questão de prevenção de infecções sexualmente transmissíveis. Para isso, o Ministério da Saúde deve difundir a importância do uso de preservativos, por meio de campanhas que evidencie o percentual alarmante de contágio. Estas devem ser apresentadas por influenciadores em redes sociais e nos sistemas de televisão. Isso fará com que mais pessoas tenham acesso informacional e o número de enfermos, relados pelo governo, sejam amenizados.