O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 31/10/2019

Na obra “Utopia” do escritor inglês Thomas More é retratada uma sociedade perfeita,na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas.Conquanto,o que se observa na contemporaneidade é o oposto do que o autor prega,uma vez que o crescente número de casos de Doenças Sexualmente Transmissíveis(DST’s) entre os jovens brasileiros é uma barreira para a concretização dos planos de More.Esse cenário antagônico é fruto,principalmente,da falta de informação dos jovens sobre o uso de preservativos e as consequências que a falta deses podem acarretar.Nesse sentido,é necessário que subterfúgios sejam encontrados,a fim de resolver essa inercial problemática.

Precipuamente,é fulcral pontuar que o avanço das DST’s entre os jovens do Brasil deriva da baixa atuação dos setores governamentais,no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências.Segundo o pensador Thomas Hobbes,o Estado é responsável por garantir o bem-estar de sua população,entretanto,isso não ocorre no Brasil.Devido à comodidade das autoridades,segundo dados da Pesquisa de Conhecimentos,Atitudes e Práticas na População(PCAP),seis a cada dez jovens,entre 15 e 24 anos,já fizeram sexo sem usar preservativos,também conhecidos como “camisinhas”.Dessa forma fica evidente,que o Ministério da Saúde do Brasil é negligente quanto à conscientização da população sobre o uso de preservativos no ato sexual e faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Infere-se,portanto,que medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira.Dessarte,com o intuito de conter o avanço das DST’s entre os jovens do Brasil,urge,que o Tribunal de Contas da União direcione capital que,por intermédio da Secretária de Saúde dos estados e municípios brasileiros,será revertido em palestras de especialistas em saúde dentro das escolas sobre as DST’s e a importância dos meios contraceptivos ao se praticar o sexo.Assim,o Brasil chagará ao posto de Estado segundo Hobbes.