O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 04/01/2020

No filme “Filadélfia” é retratada a história de Andrew Beckett, um jovem advogado que sofre diariamente com os sintomas da Aids. Fora da ficção, a realidade das pessoas que possuem DSTs não é muito diferente da demonstrada nessa obra cinematográfica. Dores físicas e perda de qualidade de vida são consequências da banalização dos males trazidos pelo pouco uso de métodos preventivos.

A banalização das consequências geradas pela contração das DSTs implica no aumento percentual da população que está doente. De acordo com a Secretaria de Saúde, nos últimos cinco anos foram registrados mais de 29 mil casos de DSTs. Esse resultado está intrinsecamente ligado a convicção errônea de que todas as enfermidades, trazidas pela ausência de práticas preventivas, possam ser curadas por meio do desenvolvimento científico de tratamentos eminentes.

Além disso, segundo a UNAids, orgão das Nações Unidas responsável por lidar com ISTs, o número absoluto de novos casos de Aids no Brasil cresceu em tendência contrária ao que se registra no mundo. Esse dado reflete o descuido do jovem brasileiro no momento de se prevenir sexualmente, principalmente após o estabelecimento de relacionamentos estáveis que afetam significativamente nessa taxa populacional contaminada.

Portanto, é de suma importância que o Estado tome providências para amenizar o impasse. O Ministério da Educação (MEC), por meio da inclusão de aulas de educação sexual na grade curricular deve ministrar essas aulas em conjunto a ONGs especializadas na questão sexual, com o intuito de alerta os reais risco das doenças sexuais e desconstruir os mitos que cercam o tema.