O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 19/02/2020

HGIV, AIDS, sífilis e herpes são exemplos de doenças sexualmente transmissíveis. É notório que essa doenças vem aumentando no brasil, principalmente entre os jovens, consequência de relações sexuais irresponsáveis e desprotegidas. Gerando não apenas um problema de saúde pública, mas  também social, visto que o grupo que possui esse tipo de enfermidade, muitas vezes é excluído da sociedade.

Segundo o PCAP 60% dos jovens de 15 a 24 anos, no ano de 2015, manteve relações sexuais sem o uso do preservativo. Alguns não usam por alegarem que a camisinha diminui o prazer, outros têm vergonha de comprar ou tem medo dos pais encontrem. Há vários motivos para o seu desuso, e é consenso que os jovens subestimam o risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis, e se preocupam apenas com a prevenção da gravidez.

Entretanto, subestimar esse perigo é errôneo. E temas que envolvem sexo e sexualidade ainda são tabus no Brasil. Muitos por acharem que é impossível levar uma vida ‘’normal’’ com alguma dessas doenças, gerando preconceito contra os enfermos. Criando assim um grupo de minoria excluído socialmente.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. O MEC em parceria com o Ministério da Saúde, deve ministrar palestras nas escolas. Com profissionais capacitados da área da saúde como médicos e enfermeiros. Realizando palestas de conscientização em ambiente escolar, com os alunos de ensino médio, sobre a importância do preservativo. Em adição, também deve se realizar a mesma conscientização em relação ao preconceito vivido pelas pessoas que possuem as doenças, este deve abordar mais segmentos da sociedade, portanto, o Ministério da saúde deve se unir aos grandes canais de Televisão e ás redes sociais na internet, para que a informação atinja todos os segmentos sociais.