O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 27/02/2020

Promulgada pela Organização das Nações unidas em 1948,  a Declaração dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Contudo, o aumento de doenças sexualmente transmissíveis entre os jovens brasileiros, impossibilita que uma parcela da sociedade desfrute desse direito universal na prática. Nesse sentido, essa problemática se dar devido ao ensino conservador que não debate o assunto sexualidade nas escolas, além da ausência, por parte dos meios midiáticos de conteúdos sobre a conscientização para alertas  sobre o problema. Diante disso, é crucial de medidas que solucionem o impasse.

Convém ressaltar, a princípio que o tradicionalista ensino básico no que diz respeito ao debate sobre sexualidade corrobora para a ocorrência do aumento dos casos no país. Isso se confirma com a permanência de uma educação conservadora, que exclui os debates sobre sexo nas escolas em oposição ao fato de que os adolescentes estarem iniciando a vida sexual cada vez mais cedo. Assim sendo, sem o conselho a respeito das possíveis consequências que essa prática sem proteção pode causar, muitos jovens ficam expostos a contraírem alguns tipo de Dsts. Nesse contexto, esse fato colabora para que as estatísticas continuem aumentando, portanto, as escolas por serem espaço de formação do cidadã do indivíduo, deve estar aberta para amplas discussões.

Outrossim, o descomprometimento midiático com as causas sociais também coopera para a permeância do impasse. Por conseguinte, para o filósofo Marx Horkhemer, que estuda a indústria cultural, afirma que os meios de comunicação perdem sua função social tendo, como exclusivo objetivo a produção de informação com o intuito de arrecadar capital. De maneira análoga, a tese do pensador a indústria publicitária brasileira por estar alinhada aos interesses de mercado, não difundem informações concernente à conscientização sobre a importância do uso preservativos nas relações sexuais. Dessa maneira, dificulta a desmitificação em relação a esse assunto.

Destarte, é crucial que o Ministério da Educação crie um projeto para ser desenvolvido nas escolas de ensino médio o qual promova palestras, apresentações artísticas e atividades lúdicas, ministradas por docentes capacitados pelo governo, a respeito da importância do uso de preservativos nas relações sexuais. Além disso, cabe ao Estado em pareceria como os meios midiáticos criarem campanhas para serem divulgadas em rede nacional para alerta o corpo social sobre as doenças sexualmente transmissíveis, por meio de informações claras que incentive os pais ou responsáveis a orientar os jovens sobre como se prevenirem, elucidar sobre as consequências do sexo sem prevenção. Assim sendo, colaborando a minimizar o impasse na nação brasileira.