O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 05/03/2020
AIDS, sífilis, gonorréia, HPV. Diversas são as doenças sexualmente transmissíveis presentes na sociedade, na qual, esta última, no âmbito brasileiro, o registro das anomalidades já é considerado alarmante devido ao crescente número de casos na juventudade, aliado à inobservância do Estado para com o impasse.
Inicialmente, pode-se dizer que o aclive gráfico da incidência de patologias sexuais é decorrente de um processo de desenvolvimento dos métodos contraceptivos e medicinais, os quais geram uma nova perspectiva. Nesse sentido, por exemplo, o medo da gravidez juvenil foi sanado por atuais práticas, em consonância do controle de doenças, em geral, pelos avaços científicos. A partir dessa visão, é inadmissível que tal situação perdure na contemporaneidade, a época das informações difundidas.
Ademais, dois fatores contribuem para a disseminação venérea das enfermidades: o tabu que o sexo tem na família e a atitude estatal. Este diz respeito ao enfoque no tema da prevenção sexual em épocas específicas do ano, como se não houvesse qualquer orientação em outras datas, por exemplo, o enfoque pré-carnaval. Já aquele, também é extremamente nocivo tendo em vista a perduração de mitos e erros que o jovem pode cometer caso não instruído devidamente.
Destarte, é dever do Estado, no âmbito do Ministério da Educação (MEC), em associação com Organizações Não Governamentais (ONGs), efetivar a conscientização dos mancebos por meio de campanhas midiáticas e palestras educativas, ao longo de todo o ano, acerca da correta prática da atividade biológica em questão. Além disso, a integração sexual na grade curricular — a partir de determinada faixa etária — pode sanar as ambiguidades em relação ao tema proposto. Espera-se, com isso, uma redução significativa dos casos patológicos e, posteriormente, uma melhoria da qualidade de vida dos jovens brasileiros.