O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 24/03/2020
Na série Elite,um dos motivos para a discriminação com alunos de famílias pobres foi a transmissão do vírus HIV de um ex-aluno bolsista para Marina, uma das garotas do colégio. Assim,ao longo da série, é notório como sua condição com o vírus molda a visão dos outros sobre sua vida sexual e o tratamento de seus pais com relação a ela. Em vista disso,é perceptível que o preconceito em relação a esse assunto,a necessidade de discuti-lo,tal como a ausência do medo tendo em vista o desleixo na preservação,são fatores contribuintes para aumentar o número de casos de portadores dessas doenças. Dessa forma, é necessário analisar e propor soluções para essa problemática no Brasil.
Em primeiro lugar,vale ressaltar que para o físico Albert Einsten no século XX, " É mais fácil desintegrar um átomo,do que um preconceito". Com base nisso,é perceptível que anos após e o preconceito ainda tem representação atemporal nas sociedades. Visto que as pessoas ainda banalizam e ratificam como algo de outro mundo, aqueles indivíduos portadores de DSTs,o que causa um grande sentimento de insuficiência e de repúdio àqueles que transportam consigo essas enfermidades, a qual comentários e mal olhares são constantes. Ademais, a desinformação,tal como o tabu que esse assunto ainda ecoa, enaltece a dificuldade de diálogos específicos principalmente nas escolas,a qual deveriam ser locais atenuados para garantir ensinamentos não só intelectual,mas também para a vida.
Além disso, outro ponto relevante nessa temática,é a ausência do medo dos jovens,tal como o desleixo no ato de prevenção,por acharem que pode acontecer com o outro,mas nunca com você mesmo. Segundo a UNAIDS, órgão das Nações Unidas que lida com a doença, somente em 2016, foram 48 mil novos casos. Mediante isso,é visível que se os efebos tomassem as precauções que deveriam, esses números seriam menores.Embora existam campanhas sobre a importância do uso de preservativos e distribuição gratuita, o uso continua sendo banalizado por grande parte dos jovens,é possível perceber que a falta de diálogo familiar a respeito das medidas profiláticas de cunho sexual com o jovem, constroem nestes um pensamento alheio à educação sexual, se tornando um agravante nos índices que medem a intensidade dessa problemática.
Portanto,é eficaz que medidas sejam tomadas para a resolução desse problema. Para isso, o Ministério da Saúde e ONGs submetidos ao Governo Federal,devem promover a modernização de campanhas com o enfoque de como devem precaverem-se. Ademais, as instituições educacionais em parceria com o Ministério de Educação devem impulsionar a realização de debates/palestras tanto para os pais,como para os alunos alertando a necessidade de discutir sobre essa temática. Dessa forma,essa problemática não será mais um empecilho para o desenvolvimento da sociedade brasileira.