O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 23/03/2020

Informação é a solução

Segundo Teodora Wi, médica do departamento de saúde reprodutiva da OMS, “doenças sexualmente transmissíveis estão em todos os cantos. São muito mais comuns do que pensamos”. Isto é, doenças sexualmente transmissíveis não vão desaparecer se a população não se cuidar. Haja vista que a educação sexual no Brasil seja um tabu, a falta de conhecimento em relação ao assunto faz com que o índice de jovens com DST se agrave.

Ainda hoje, existem muitas famílias que consideram relações sexuais um tabu, fato que compromete o conhecimento dos jovens. Dessa forma, o aumento de pessoas sem o conhecimento sexual acarreta em problemas sociais, como a gravidez na adolescência e a contração de doenças sexualmente transmissíveis. De acordo com o site “noticias.uol.com.br”, 74,8% dos jovens nunca realizou um teste de HIV na vida, e isso mostra a falta de informação em relação às DSTs.

Outrossim, existe outro fator que influencia na contração de doenças, que é a falta do uso de preservativos. O uso da proteção durante a relação sexual é de extrema importância na prevenção de gravidez indesejada e de doenças sexualmente transmissíveis. Pesquisas feitas em 2013 pelo site “noticias.uol.com.br” mostram que 43,4% dos jovens entre 15 e 24 anos não se protegeram durante o sexo casual. Esse acontecimento mostra o déficit de conhecimento decorrente da falta de ensino sexual nas escolas ou até mesmo em casa.

Portanto, para que os jovens tenham mais conhecimento sobre o assunto, o Ministério da Saúde deve, através de campanhas publicitárias em mídias sociais, outdoors e rádios, divulgar os malefícios que a falta de informação acarreta, para que assim haja uma conscientização em relação ao uso de preservativos. Dessa forma, as pessoas adquirirão conhecimento e consciência de seus atos, mudando a afirmação da Doutora Teodora Wi, de forma que as doenças sexualmente transmissíveis não estejam em todo lugar.