O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 01/04/2020
De acordo com a Secretaria de saúde, em 5 anos, houve um aumento de mais de 20 mil casos das Infecções Sexualmente Transmissíveis entre os jovens brasileiros(ISTs). Esse número é alarmante porque as ISTs podem levar a morte do infectado. Dessa forma, a consequência da inexistência de uma educação sexual e da banalização do uso de preservativo durante a relação sexual, deságua na ampliação de jovens com algum tipo de vírus, bactérias ou micróbios.
A principio, para o Guia de Orientação Sexual, educação sexual um processo de intervenção sistemático e contínuo, realizado na escola para o aluno com objetivo principal de preparar os jovens para a vida sexual de forma segura. Ou seja, essa educação ajuda as pessoas dessa faixa etária a desenvolverem responsabilidades de cuidar de seus próprios corpos para que não ocorram situações futuras indesejadas, como a contração de uma doença ou uma gravidez precoce e indesejada. Entretanto, no Brasil, por não haver esse tipo de orientação, esse grupo não possui informações seguras sobre como prevenir a contaminação das Infecções Sexualmente Transmissíveis, sendo isso fator primordial para contração delas.
Além disso, segundo Hannah Arendt no conceito de “Banalização do Mal”, ela relata que é comum atitudes negativas, que são repetidas várias vezes sem serem repreendidas, tornarem-se normais dentro de uma sociedade. Isso implica dizer que a falta do uso de preservativos nas relações sexuais entre os jovens brasileiros tornou-se normal. Porém, essa banalização permite o aumento das ISTs nesse grupo, sendo isso prejudicial a saúde dos indivíduos dessa faixa etária, pois pode ocasionar a morte deles.
Portanto, medidas são necessárias para evitar o aumento das Infecções Sexualmente Transmissíveis entre os jovens no Brasil. Para isso, o Governo para impedir pessoas desse grupo de se contaminarem, deve contratar profissionais da área para ensinarem a Educação Sexual nas escolas, por meio da inclusão dessa matéria na Matriz Curricular de Ensino, com o intuito de propagar informações seguras sobre a prevenção das ISTs. Outrossim, o Estado para combater o pensamento de normalidade da falta de preservativo, deve promover campanhas sobre a importância de usar a “camisinha” para não adquirir essas infecções, por meio da divulgação desse conteúdo em todas as redes de comunicação, principalmente as mais utilizadas pelo público alvo, com a intenção de aumentar a quantidade desses indivíduos se prevenindo. Tudo isso, visando impedir o crescimento de jovens infectados nos próximos anos.