O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 01/04/2020

No mundo contemporâneo, a mídia exerce vários papéis importantes, dentre eles, manter a população informada sobre assuntos que envolvem a saúde pública, por exemplo. Nesse contexto, o suporte digital tem favorecido a divulgação dos transtornos causados pelas IST’s (Infecções sexualmente transmissíveis) na vida dos indivíduos que praticam relações sexuais sem o uso do preservativo,como: sífilis, gonorreia e HIV. Porém, mesmo com a disponibilidade de informações, no Brasil, existe uma parcela de jovens, em especial, que não fazem uso da camisinha durante o sexo, podendo eles serem os vetores da proliferação dessas Infecções , caso um dos indivíduos esteja contaminado. Desse modo, a desproteção e maturidade ainda em formação  contribuem, infelizmente, com o aumento de tais mazelas.

De início, é somatório ressaltar que as incidências das IST’S, no Brasil, são em sua maioria geradas pela desproteção do público jovem. Tal realidade, é comprovada, pelo IBGE, ao afirmar que 31,8% deles com idade entre16 e 17 anos não usam preservativos em sua primeira relação sexual. Diante disso, torna-se preocupante essa situação, pois, por causa da não utilização da camisinha, esses indivíduos se tornam alvos fáceis de contaminação e, também, podem repassar pra outros a infecção. Posto isso, abre-se a necessidade de uma campanha pública de conscientização, voltada especialmente a esse corpo social, já que, grande parte deles de modo irresponsável optam em não utilizar a proteção durante o sexo, favorecendo lamentavelmente para o aumento das Infecções sexualmente transmissíveis.

Conseguinte a isso, outra questão favorável a elevação das IST’s, é a maturidade ainda em formação dos jovens. Isto é , esse público ainda não tem uma consciência fundamentada sobre o risco que é, para a saúde, o sexo sem proteção. Sob essa óptica, é importante levar em consideração também, que, somado a imaturidade desses indivíduos, a pouca orientação de grande parte dos pais contribui para o retardamento da responsabilidade sexual de tal corpo social . Assim, devido a essas questões a contaminação das infecções, como sífilis, gonorreia, HPV tendem, lamentavelmente, a elevar as estatísticas de proliferação , no Brasil. Comprovação disso, são os dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), os quais afirmam o crescimento anual de 1 milhão de casos por ano no mundo.Desse modo, com intuito de reverter essa situação medidas urgentes devem ser realizadas.   Portanto, a fim de reduzir essas Infecções , ações de combate precisam ser tomadas. Isto é, o governo e o ministério da saúde, unidos, devem elaborar um projeto que reforce a conscientização para a presença da camisinha durante o sexo ,esse deve ser realizado, em espaço público. eescolaescoladivulgado na mídia. Tal trabalho deve contar com a presença de médicos e professores, que atuem de maneira divertida e conquistem a atenção dos indivíduos para importância da prevenção. Outra medida, favorável a essa questão, é o diálogo familiar sobre a vida sexual dos filhos, ou seja, os pais, por meio de conversas e brincadeiras devem alertar o uso indispensável do preservativo durante as relações sexuais e construir no indivíduo uma posição de responsabilidade sobre esse caso, de modo que seja anulada a chance de contaminação por algum tipo de IST’S.