O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 02/04/2020
A série Elite, da Netflix, tem a participação da personagem Marina, que tinha HIV por ter sido contaminada durante uma relação com um infectado despreocupado em informá-la sobre o caso. Fora dos tablados da ficção, percebe-se que casos como esses são muito comuns na sociedade e que fazem aumentar o número de DSTs, principalmente entre os jovens. Nesse contexto, é importante destacar como a falta de informação é influente no processo de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, bem como o importante papel da mídia para o combate no Brasil.
É válido analisar, antes de tudo que, segundo a OMS, uma em cada vinte e cinco pessoas são contaminadas por alguma DST. Número alarmante que mostra a falta de preocupação da população com as infeções. Isso acarreta em não tomadas das providências necessárias para que não haja um contágio. O fato ocorre pela falta de informações que as pessoas têm. Elas não sabem, por exemplo, que com isso pode surgir um câncer e que pode ser fatal. Além disso, não há um comprometimento em não transmitir a infecção justamente por achar que não é nada demais.
Em uma segunda análise, nota-se que, segundo o empresário Steve Jobs, a tecnologia vai dominar o mundo. Dessa forma, uma aliança entre a mídia e os meios tecnológicos seria de muita eficácia para a diminuição das transmissões dessas doenças. Isso deve-se ao fato de que juntos podem informar cada vez mais pessoas sobre os meios de proteção e os meios de diagnóstico, para que elas não transmitam por não saber que estão infectadas. A falta de informação da população pode, sem dúvidas, ser corrigida pela mídia.
Nota-se, portanto, que urgem formas de diminuir o número de infectados sexualmente no Brasil. O Ministério da Saúde, pela função de traçar meios de combater doenças, deve criar campanhas de conscientização, através de propagandas difundidas pela mídia em comercias televisivos, por exemplo, para que a informação tenha um amplo alcance e ajudem as pessoas a se prevenirem. Depois que houver um conscientização da sociedade sobre os riscos, as prefeituras, pela função de proteger sua população, devem disponibilizar mais preservativos, já que eles são um dos principais meios de combater essas infecções, deixando-os em locais de fácil acesso e facilitando na diminuição dos casos de doenças sexualmente transmissíveis.