O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 28/03/2020

Promulgada pela ONU (Organizações das Nações Unidas) em 1948 a Declaração Universal dos direitos humanos, garante a todos os indivíduos o direito a saúde e bem estar social.  Conquanto, o aumento das doenças sexualmente transmissíveis impossibilita que parcela dessa população desfrute desse direito na prática. Nesse contexto, não há dúvidas que o controle das DSTs é um desafio para o Brasil; qual ocorre, devido a precária educação sexual nas escolas.

As doenças sexualmente transmissíveis, são barreiras difíceis de serem enfrentadas pela saúde pública do país. Nesse sentido, é inquestionável que a questão constitucional é impulsionadora do problema. De acordo com o escritor Anatole France “O estado é como o corpo humano. Nem todas as funções que desempenha são nobres”. Nessa lógica, é possível apontar a ineficácia da saúde no controle das DSTs como reflexo do problema do estado.

Faz-se mister, ainda, salientar a falta de educação sexual como a principal causa do problema. De acordo com o pensador Immanuel Kant, " É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade". Diante de tal contexto, podemos confirmar o precário sistema de ensino como agente no aumento das DSTs entre os jovens. Dessa maneira, é importante ressaltar a educação sexual, como a principal forma de combater as doenças sexualmente transmissíveis.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de medidas que visem a diminuição nos casos de DSTs no país. Cabe, ao ministério da educação, a realização de palestras e aulas sobre educação sexual, abordando a forma de controle e as consequências das DSTs, através de professores de biologia e especialistas de saúde sexual, afim de maximizar o controle das doenças sexualmente transmissíveis.