O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 31/03/2020
As doenças sexualmente transmissíveis(DST), vem crescendo ao decorrer do tempo, porém é pouco debatido por ser ainda considerado tabu. A primeira explosão da doença no país foi quando os portugueses chegaram ao Brasil após que tiveram contato com os indígenas houve surto de sífiles. Contudo essa situação vem sendo prejudicial pois causa esgotamento de remédios e antibióticos, além de causar doenças crônicas e até mesmo a morte.
De acordo com a OMS mais de um milhão de pessoas contraem infecções sexualmente transmissíveis, especialmente a clamídia, gonorreia e sífiles. Em 2016, os dados mostram que mulheres e homens de idade entre 15 a 49 foi identificado mais de 370 milhões de casos de DST. Esses números poderiam ser bem menores se a população se prevenisse com a camisinha, quase 44% não se protegem durante o sexo casual. Se a doença não for tratada pode levar distúrbios neurológicas e cardiovasculares, aborto e risco de HIV.
Houve polêmica em 2019 com o presidente Jair Bolsonaro que insultou a educação sexual, afirmando que não é necessário, e se considera a favor a abstinência sexual apesar que não contribui para evitar gravidez precoce e doenças sexualmente transmissíveis. A cantora drag queen: Pablo Vittar fez campanha sobre o uso de preservativo no seu videoclipe Corpo Sensual, que causou rebuliço, pois muitos brasileiros assemelham camisinha para evitar gravidez e não sabem a importância de evitar DST.
Defende-se que o Ministério de Saúde tome medidas imediatamente, pois o número de casos de infecções sexualmente transmissíveis, gravidez e mortes vem aumentando. É imprescindível que os colégios tenham educação sexual, que os pais ensinam aos seus filhos desde cedo sobre relações sexuais e aumentar distribuição de camisinhas. Desse modo os jovens estarão mais seguros.