O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 02/04/2020

No Brasil, as DSTs estão ganhando cada vez mais espaço e se tornando mais comuns entre os jovens. Segundo os dados globais de 2016, foram discernidos 376,3 milhões de pessoas infectadas com DSTs. Mesmo com o fornecimento gratuito de preservativos nos postos de saúde, existe uma falta de educação sexual nas escolas e uma responsabilidade dos jovens - adultos para haver uma maior restrição das doenças, garantindo uma melhor qualidade na saúde desses jovens.

Diante do aumento das transmissões, há uma necessidade de conceber uma matéria escolar sobre educação sexual para o ensinamento e orientação desde cedo, evitando que ocorra a propagação. A citação “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” dita pelo educador, escritor e filósofo pernambucano Paulo Freire, fortalece a ideia de que mesmo oferecendo preservativos dentro das instituições de saúde, mas não promovendo consigo um ensinamento necessário para o uso deles, continuará sua proliferação.

Nos anos 80, começaram a surgir os primeiros casos de AIDS, as pessoas não tinham conhecimento sobre e nem a forma de prevenção, como consequência, tornou-se uma epidemia na época. Atualmente, as pessoas tem como se precaver e obter todas as informações sobre o assunto. Entretanto, ocorre uma falta de responsabilidade entre os jovens por não se acautelarem, sendo assim, contaminados. Com o decorrer do tempo, as bactérias poderão se tornar mais resistentes, diminuindo a eficácia dos antibióticos sobre ele, ou seja, cada vez mais difícil de ser combatido. É importante destacar que nem todas as DSTs tem cura, a AIDS e herpes genital se tem como exemplo.

Em suma, cabe o Ministério da Educação agir para a diminuição das DSTs entre os jovens brasileiros, com a aplicação da educação sexual como matéria estudantil. No intuito de prevenir o aumento de transmissões, ensinando brevemente os jovens as prevenções adequadas e as necessidades do uso. Como também, o auxílio da família no combate da propalação dessas doenças entre os jovens, com a conversa sobre o assunto, conscientizando da importância de se cuidar e acompanhamento dos jovens, inclusive na adolescência, na qual, precisa-se de maior atenção. Para que possa evitar o contágio, que em decorrência pode se agravar e ser mais complicado o seu tratamento.