O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 02/04/2020

Há muito tempo as DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) são um problema no Brasil, foi durante o século 16 que ocorreu a primeira epidemia, tendo em vista que nessa época os cuidados com a saúde eram extremamente precários. Nos dias atuais, tal enfermidade acomete principalmente os jovens entre 20 e 29 anos, o que pode estar relacionado com a falta de informação sobre o assunto, acarretando certa despreocupação e negligencia com a própia saúde. A partir desse contexto, é fundamental discutir a importância de se debater sobre a saúde sexual desde cedo e as consequências que o individuo acometido com tais infeções pode sofrer.                                                                                 É necessário, de inicio, compreender a importância do conhecimento e da informação sobre determinado assunto, sendo a principal forma de se prevenir contra problemas futuros. Portanto, a discussão sobre relação sexual ainda que nas escolas, é uma maneira de orientar corretamente esses adolescente de como se prevenir, por exemplo, com o uso do preservativo, o qual teve sua origem no século 16 para combater a sífilis e era formado por uma versão diferente da utilizada hoje em dia, feita com látex. Ainda que essas orientações sejam fornecidas pelas escolas, é preciso que os responsáveis conversem também com seus filhos em casa a fim de orientá-los para que tomem as melhores decisões relacionadas a vida sexual.                                                                                                                  Percebe-se, consequentemente, que a falta de instrução sobre como se prevenir torna o individuo mais propicio a contrair a doença. Portanto, caso não ocorra a orientação de como evitar contrair essas infecções é necessário, que seja pelo menos informado ao cidadão como identificar que esta infectado, e quais devem ser as atitudes tomadas por ele, para que o tratamento ocorra o mais rápido possível, tendo em vista que o atraso pode ocasionar problemas sérios e duradouros, como doenças cardiovasculares, infertilidades, entre outros. Tal fato pode ser comprovado nos dados obtidos pela Organização Mundial Da Saúde, que em 2016 registrou a morte de cerca de 200 mil fetos, por causa da sífilis.                                                                                                                                                                  Logo, com relação as informações fornecidas, fica evidente a necessidade de orientar para se prevenir. Dessa forma, é necessário que o Ministério Público em conjunto com o Ministério da Educação criem um programa de educação sexual nas escolas, de forma á instruir os adolescentes sobre a atividade sexual. Esse projeto pode ser feito com a ajuda de profissionais da área de ciências e biologia, informando sobre a importância do uso de preservativos como a principal forma de prevenção e também a apresentação de dados e informações sobre como identificar caso tenha contraído alguma DST e quais os tratamentos devem ser tomados, a fim de evitar que mais jovens se infectem.