O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 01/04/2020
A primeira Doença Sexualmente Transmissível registrada na história foi a Sífilis, que surgiu na Europa nos meados do século 16. Considerada um castigo divino por causa dos pecados cometidos pela sociedade, criou-se então o primeiro preservativo para proteger a todos desse tal mal que causava medo para todos daquela época. Hoje em dia, o medo não faz parte integralmente da rotina de jovens e adultos, fazendo assim com que descartem o maior aliado da saúde pública: a proteção. Com base nisso, é importante o debate sobre as causas e consequências assim e os efeitos dessa problemática.
De início, é válido ressaltar que as DST’s sempre surgiram dentro da sociedade brasileira e que isso é um problema educacional. Isso é dito pois, a tão necessária educação sexual em nossa sociedade é totalmente erradicada e banalizada, sendo vista como um regresso, sendo que na verdade é um progresso que poderia e pode salvar milhares de vidas, sendo assim grande aliada para a saúde pública atualmente. Além disso, é também considerado uma grande problemática politicossocial, pois não adianta apenas o Governo fornecer meios de combate juntamente com a Secretária da Saúde e meios midiáticos que alertem a sociedade de tal mal se a própria sociedade não se ajuda, tendo disponíveis preservativos e não usando-os, principalmente no meio jovem-adulto, que aceleradamente, perderam o medo dessas doenças.
A segurança nos remédios são grandes causas para o que está acontecendo. Isso é dito pois a cultura do ‘’toma um coquetel que passa’’ se agravou cada dia mais no cotidiano do jovem sexualmente ativo caso contraia ou transmita algum tipo de doença, achando que isso é a solução de tudo. Sendo que, a solução de tudo é o integral e completo cuidado e erradicação da ‘‘banalização do mal’’, expressão criada pela política alemã Hannah Arendt. A tomada de consciência, por sua vez, assim como o olhar para o outro e para si é um meio necessário para melhorar esse problema.