O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 30/03/2020

As doenças sexualmente transmissíveis vêm crescendo no Brasil de maneira cada vez mais rápida, causando repercussão na sociedade e na saúde. Desse modo, surgem dúvidas para que se encontrem maneiras para solucionar o problema, visto que essas doenças causam consequências há grande parte da população que não se previne de maneira correta. O elevado índice de DSTs é ligado a carência de educação sexual, além da dificuldade do acesso a saúde pública da população mais carente. O número de ocorrências de doenças sexualmente transmissíveis tem aumentado consideravelmente no Brasil, em consonância ao que tem acontecido no mundo.

Em primeira análise é válido analisar que as DST mais comuns entre jovens são: Aids, gonorreia, sífilis, hepatite, hpv. Diante disso é válido perceber que todos os dias, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) são contabilizados no mundo mais de 1 milhão de casos de IST entre pessoas de 15 a 49 anos. O aumento alude-se à displicência e à falta de informação, principalmente entre os jovens, dos riscos nas relações sexuais sem proteção. Isso porque, de acordo com uma pesquisa do Ministério da Saúde, cerca de 60% das pessoas não utilizam preservativos, sendo que grande parcela não reconhece os sintomas, como o da sífilis, ou não entendem a irreversibilidade da AIDS, como exemplos.

Também é válido perceber que de acordo com o Ministério da Saúde o número de novos casos de Aids entre jovens de 15 a 24 anos cresceu cerca de 35%. O motivo para os números tão altos é a negligência no uso da camisinha. Apesar das medidas adotadas pelas autoridades sanitárias, algo preocupante tem causado o aumento das doenças entre jovens: A falta de medo. Infelizmente, muitos jovens negligenciam os cuidados por saber que as doenças possuem tratamento. O uso de preservativos em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão, tanto das DSTs quanto do vírus da aids. Além disso, a procura precoce e o tratamento correto por profissionais especialistas são essenciais no combate a essas doenças e ao ciclo de transmissão, ajudando assim na redução do número de novos casos.

Levando-se em conta o que foi observado, é importante ressaltar que o aumento de DSTs entre jovens brasileiros pode ser controlado contando com as responsabilidades entre escolas e mídia. O Ministério da Saúde deve orientar projetos que promovam a informação em ambientes públicos, centros médicos e educacionais, por meio de cartazes educativos e orientações médicas. As escolas precisam estimular a mudança de comportamento dos jovens com seminários especializados e palestras, com orientação psicopedagoga aos alunos e às famílias.