O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 02/04/2020
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1 milhão de pessoas contraem DSTs por dia. O aumento constante dessas infecções em território brasileiro se dá devido à falta de informação e de materiais específicos de uso medicinal, interligados a banalização de tais.
Em primeira análise, grande parte da população sexualmente ativa do Brasil é desprovida de acompanhamento médico, isto é, mesmo sabendo que o mais certo seria utilizar preservativos, não possuem conhecimento básico de determinados riscos e suas gravidades, como por exemplo, sífilis, úlcera genital e Aids. Muitos ainda acham que a necessidade de usar a camisinha é apenas para evitar uma gravidez indesejada, que diante de tantos riscos de contrair qualquer doença sexualmente transmissível, gravidez se torna a menor das preocupações. E até mesmo quando se existe essa consciência, nem sempre está ao alcance do indivíduo adquirir os preservativos facilmente e tomar certos cuidado, como a higienização da área genital.
Em segunda análise, a precariedade de determinados postos de saúde é um termo agravante, que mesmo com profissionais capacitados, e identificando a doença ou infecção, não possuem medicamentos para realizar o tratamento. Além disso, a banalização dos males existentes está gravemente normalizada entre os indivíduos, que acabam ignorando o tratamento (quando se tem acesso) e infectando outros.
Em suma, cabe ao Ministério da Saúde disponibilizar os materiais necessários para que os profissionais especializados realizem seu trabalho, através de vistorias periódicas para reposição de tais. Juntamente com o auxílio da mídia para divulgar a gravidade das consequências que uma simples relação sexual sem preservativo pode ocasionar, ao expor pessoas que já passaram e superaram essa situação dando seu depoimento nos comerciais em um horário nobre da televisão, por exemplo. A fim de incentivar os outros e combater o crescimentos das DSTs no Brasil.