O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 02/04/2020
Para amenizar os problemas mediante os riscos de doenças sexualmente transmissíveis os governos estaduais e municipais em união ao Federal desenvolvem um papel importante ao disponibilizar preservativos é atendimento médico durante o ano todo, no entanto os números de DSTs entre jovens brasileiros tem aumentado devido a confiança empregada ao(a) parceiro(a) é consequentemente descartando o uso da camisinha, como também o tabu associado as dúvidas referentes ao assunto.
Pesquisas feitas e públicas no site da UOL revelaram que o comportamento de 6 à 10 jovens com idades entre 15 e 24 anos foi agir com displicência e negligenciar o uso do preservativo. Entre estes casos citados como exemplo, a lealdade devotada ao(a) companheiro(a) pode ser um dos motivos principais, pois em suas maiorias os atos sexuais são desprotegidos e algumas DSTs não são perceptíveis visualmente, assim dificultando o diagnóstico para ambos. Evidentemente o uso da camisinha deve ser comum entre casais para evitar a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, como candida, muito comum em mulheres e raramente diagnosticada nos homens, no entanto o tratamento deve ser feito nos dois, pois em uma próxima relação sexual desprotegida, o jovem que não foi tratado pode conter resquícios do fungo e então contaminar novamente a parceira.
Apesar do sexo ser um assunto popular entre jovens brasileiros, existem tabus ao qual os próprios jovens criaram ese tornaram vítimas. Falar sobre relações sexuais nos dias atuais gera na maioria das vezes competição para mostrar quem sabe mais é as dúvidas referentes ao tema não são dialogadas por orgulho. O vírus do HIV é uma doença sexualmente transmissível conhecida como aids e não tem cura, atinge os linfócitos T do organismo, porém 21,6% dos jovens no ano de 2016 acreditavam que tinha cura.
Visto que a relação sexual desprotegida entre casais e a falta de diálogo entre jovens brasileiros tem gerado um aumento no número de DSTs é essencial que os governos trabalhem novamente em união para divulgar através de mídias e escolas a importância do preservativo mesmo quando há confiança e o incentivo de feiras pedagógicas jovens acompanhadas por profissionais.