O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 02/04/2020

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, estabelecida pela Organização das Nações Unidas em 1948, garante aos cidadãos, o acesso à educação e saúde de forma igualitária. No entanto, é de clara percepção que a maioria dos jovens não desfrutam dos direitos que foram concebidos, tendo como base que, de acordo com o Ministério da Saúde, surgem cerca de 40 mil novos casos de DSTs entre os jovens no Brasil.

De acordo com o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser usada, de mareira que, através da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Analogamente, a falta de investimentos, provenientes do governo federal, na educação sexual faz com que essa harmonia seja rompida, o que causa o aumento das DSTs na população. As classes sociais mais baixas que não têm acesso a uma boa educação estão subordinadas a adquirir alguma DST devido á falta de informações que deveria ser dado desde sua juventude.

Além disso, de acordo com o iluminista John Locke, o ser humano nasce como uma tábua rasa, em que sua consciência é criada a partir do seu de vivência. Sendo assim, a falta de diálogo no âmbito familiar torna-se um dos principais gatilhos para a intensificação da problemática. Tendo em vista que, de acordo com o Ministério da Saúde, seis em cada dez jovens entre 15 e 24 anos de idade têm relações sexuais sem o uso de preservativo e 43,4% não se protegeu durante o sexo casual, contribuindo também de forma significativa para o aumento das transmissões.

Em suma, para diminuir a proliferação das DSTs entre os jovens brasileiros, é necessário que o Ministério da Educação e o Ministério  da Saúde, junto com escolas públicas e privadas, promovam palestras, direcionadas aos jovens, com propósito de orientar e conscientizá-los das maneiras distintas de prevenção sexual. E cabe ao governo federal, criar projetos alternativos com o intuito de promover o acesso de forma igualitária à educação sexual.