O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 02/04/2020
De acordo com pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde, o uso de preservativos não é comum entre os jovens brasileiros, mesmo com o nível de informação elevado em em relação à prevenção de DSTs. Sendo assim, pode-se observar que o aumento dessas doenças não é devido à falta de informação entre a população mais nova, e sim porque virou um hábito, visto que a evolução da medicina tornou possível a inclusão de pessoas que contraíram essas infecções.
Em primeira análise, a falta de informação entre os jovens sobre as consequências de não usar preservativos não é o problema, visto que, de acordo com o Ministério da saúde, 9 em cada 10 jovens sabem que a melhor maneira de prevenir ISTs é com o uso de preventivos. Dessa forma, a falta do uso dos mesmos deixou de ser importante para a população mais nova por falta de preocupação, visto que os avanços da medicina permitem que indivíduos com tais doenças vivam mais tranquilos quando os tratamentos das infecções são feitos de modo correto. Cabe-se lembrar ainda que esses avanços não são fatores ruins para a humanidade, tendo em vista que permitem o acolhimento dessas pessoas pela sociedade.
Em segunda análise, mesmo com o conhecimentos dos jovens sobre qual a melhor forma de prevenir DSTs e estes não darem a devida importância, é necessário enfatizar sobre as consequências que essas doenças trazem, não apenas aos indivíduos infectados, como também às pessoas com quem podem vir a se relacionar. É importante lembrar ainda que o não uso de preservativos pode ocasionar gravidez indesejada, passando, ainda, a doença para a criança.
Portanto, para que o aumentos de DSTs entre os jovens brasileiros diminua, é necessário que os Ministérios da Saúde e da Educação, promovam palestras nas escolas e universidades visando não apenas as doenças que os jovens podem contrair, como também as consequências causadas pela imprudência de não usá-los. Ainda, as mídias devem fazer comerciais alertando as pessoas sobre a importância tanto do uso de preventivos, como de fazer testes para identificar ISTs, para que a população mais nova esteja bem informada sobre as consequências que tais atitudes podem trazer à saúde.