O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 27/03/2020

A década de 80 no Brasil, foi uma época de alta taxa de DSTs, já que acreditava-se que os portadores e transmissores dessas doenças eram os homossexuais e prostitutas, por conseguinte, anos depois, essa crença foi desmentida. Todavia, o tabu na discussão sobre o assunto, ademais a falta de informação entre os jovens é presente.

Em primeiro lugar, de acordo com uma pesquisa realizada em 2017, pela Secretária de Saúde de São Paulo, dados apontaram que os pais dos adolescentes sentem receio ao falar acerca da educação sexual. Dessa forma, quando seus filhos começam a ter relações sexuais esses não possuem uma prevenção adequada.

Além disso, a falta de informação por parte das instituições de ensino a respeito do tema prejudicam os adolescentes, pois esses só debatem sobre as DSTs nas aulas de ciências, no ensino fundamental. Entretanto, especialistas apontam que antes dos dez anos, - ou seja, no primário -, o uso de preservativos, as infecções e doenças, - causadas no sexo -, devem ser abordadas.

Portanto, deve-se criar ações televisivas que disseminem os perigos de uma vida sexual sem proteção, com campanhas, nas escolas, onde psicólogos ensinarão aos pais, como abordar os jovens acerca das relações sexuais. Cabe ao Governo Federal e ao Ministério da Educação, a formação de uma grade escolar, a partir do primário, no qual explique a utilização de camisinha e cuidados no sexo. A fim de que, os estudantes previnam-se contra as doenças sexualmente transmissíveis, tento o intuito de diminuir a infecção por elas.