O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 14/04/2020

Na caverna “combarelles” na França, á registros que homens na antiguidade já tinham a preocupação de envolver o seu órgão sexual para prevenção de doenças transmissíveis. Analogamente nos tempos atuais, essa forma de prevenção vem caindo um pouco em desuso entre os jovens, sejam por falta de informações ou ausências de incentivo ao uso contraceptivos, acarretando por sua vez, um aumento de casos de doenças transmitidas sexualmente. Nesse perspectiva, debates que levem a uma conscientização dos jovens é de suma importância para a saúde pública.

Em primeira análise, o aumento de casos de DSTs no brasil vem comprometendo os sistemas de saúde. Nesse sentido, de acordo com dados do Ministério da Saúde (MS), nos últimos 8 anos o número de casos de doenças transmissíveis aumentaram cerca de 4000%. Diante desse aumento vigente, o não uso de preservativo ajuda para que casos sejam progressivos, ocasionando por sua vez, um comprometimento de setores de saúde, no qual com o grade números de casos propõe um déficit para o acompanhamento clinico, deixando assim pessoas sem o devido tratamento. Nesse sentido, medidas de acompanhamento a saúde e formulações de projetos com intuito de amenizar tal embrolho na sociedade é de suma importância.

Em segunda análise, a ausência de uma educação sexual é um dos principais problemas para o avanço de DSTs. Em consonância, com a precariedade de sistemas que incentivem jovens ao uso de preservativos, vem colocando na mente dos indivíduos que tal recurso não seja tão necessário, na qual tal comportamento educacional evidencia um problema para avanços de casos de doenças transmissíveis. Nesse aspecto, o filósofo John Locke afirma que a mente humana é uma tábula rasa, na qual ao passar dos anos, consolidam-se os conhecimentos presenciados. Desta forma, com uma não convivência acerca de assuntos sobre educação sexual o individuo fica comprometido a formas de exposição de doenças durante sua vida.

Em síntese, medidas estratégicas que vissem a mitigação desse cenário é de suma importância. Destarte, urge que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) crie, por meio de verbas governamentais, projetos de publicidade com incentivos a prevenção sexuais, com intuito que a comunidade jovem fique ciente que metadados contraceptivos que podem ajudar para o não avanço de doenças sexuais. Cabe, também, ao Ministério da Saúde, campanhas de distribuição de camisinhas e palestras com temas voltados a prevenção dos jovens, acerca de como evitar doenças transmissíveis pelo sexo, a fim de que casos sejam amenizados. Feito isso divulgações como exposto o (MS) não será mais uma realidade entre os jovens brasileiros.