O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 14/04/2020
No ano de 1960 as primeiras pílulas anticoncepcionais chegaram aos mercados, se por um lado ela dispensou o uso de camisinha para prevenção de gravidez, por outro tornou-se uma abertura para as doenças sexualmente transmissíveis. Nesse sentido, não só a falta de relevância sobre a importância do assunto, mas também a falta de conhecimento sobre as DST’s, têm sido um dos responsáveis pelo aumento entre os jovens.
Primeiramente, é importante mencionar que as DST’s não recebem a mesma atenção de duas décadas atrás. Durante a década de 90 a morte do Cazuza e Renato Russo, vítimas da Aids, causaram grande preocupação e temor. No entanto, atualmente,as doenças não geram o mesmo medo de antes, pois o uso de medicamentos, como a penicilina na cura da sífilis e o coquetel diário no tratamento do HIV, reduziu a mortalidade, logo não ocupam mais as manchetes e não sendo lembradas no momento do sexo.
Além disso, parte significativa dos jovens não tem um claro conhecimento sobre elas o que os levam a dispensar o uso de preservativos. Segundo pesquisa realizada pelo Uol, dois quintos da juventude entre 15 e 24 anos acreditam que há cura para a Aids, se ela a mais conhecida entre as DST’s há equívocos ,certamente, as demais menos mencionada não é diferente. Nesse sentido, se não são claro as suas consequências para a saúde o uso da camisinha não é prioridade na hora relação sexual.
Em virtude do que foi apresentado, é evidente que o aumento das DST’s devem receber maior atenção principalmente pelos jovens que tratam o assunto com descaso. Portanto, o Ministério da Saúde deve realizar campanhas em redes sociais e escolas, para estimular a reflexão sobre o assunto a fim de formar jovens mais consciente e responsáveis. Ademais, Ele em parceria com os meios de comunicação, precisa realizar a divulgação de informações de maneira clara e objetiva com a finalidade de sanar equívocos a respeito do assunto.