O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 27/04/2020

As DSTs, doenças sexualmente transmissíveis, controladas há tempo no Brasil, voltaram a preocupar muitos profissionais da saúde e o governo devido ao aumento do número de contaminados, especialmente os jovens que não passaram pelo período assustador causado pela AIDS, no final do século XX.

As DSTs já foram assunto mais importante no Brasil, principalmente nas décadas de 1980 e 1990, com o surgimento do HIV. Isto se deu por conta do alto número de infectados e mortos pelo vírus, na época. Desse modo, até o ano 2000 muita gente se preveniu, com medo de morrer pela doença, até então, desconhecida. Consequentemente, a taxa de pessoas contaminadas caiu, e  com o passar do tempo surgiram medicamentos que prolongam a vida de quem é diagnosticado como soropositivo, causando, para muitos, a impressão de que a doença tem cura e não é tão perigosa. Assim as DSTs perderam muita importância no cenário brasileiro, logo, os casos estão voltando a crescer, disparadamente. Muitos jovens, que não viveram na época do surto do vírus, não usam preservativo e a sociedade voltou a cometer graves erros, por achar que a ciência resolve tudo. Em virtude disso, o Estado está tomando medidas para combater as doenças sexualmente transmissíveis, conscientizando a população por meio de informações em diversos veículos de comunicação e oferecendo preservativos e consultas gratuitas, por exemplo.

Por fim, evidencia-se que o fluxo de informações sobre as DSTs deve ser alto, principalmente entre a população mais precária. O Estado deve alarmar a sociedade e mostrar o quão importante é a utilização do preservativo, não só para evitar a gravidez, mas doenças, também. Além de haver regras mais rígidas e multas aos que não se prevenirem corretamente. Só assim, doenças desse tipo voltarão a ser controladas.