O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 29/04/2020
As doenças sexualmente transmissíveis estão entre os problemas de saúde pública mais comuns no Brasil. Transmitidas devido a relações sexuais desprotegidas, entre as DSTs as mais conhecidas: Sífilis, Hepatite B e C, HPV, Gonorréia, Herpes e principalmente HIV/Aids, se não forem diagnosticadas e tratadas corretamente, podem acarretar problemas contínuos na vida das pessoas.
Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 40% dos jovens ainda não utilizam qualquer tipo de proteção, mesmo sendo disponibilizados preservativos gratuitamente pelo Governo em hospitais e postos de saúde, para amenizar o crescimento de infectados, sem o acompanhamento das informações necessárias, torna-se pouco eficaz.
É notório que, os jovens são os mais vulneráveis a qualquer tipo de contaminação, uma vez que não ficaram cientes da epidemia causada pelo HIV quando não havia nenhum tratamento. Isso mostra que as pessoas necessitam de mais informações pois é possível que não tenham conhecimento da real gravidade dessas doenças.
É inadiável, dessa forma, a necessidade de serem tomadas medidas para resolver o impasse. Cabe ao Governo e ao Ministério da Saúde propor palestras nas escolas e quaisquer instituições de ensino com o intuito de alertar sobre as consequências que uma DST pode trazer na vida de uma pessoa. Outrossim, seria interessante a presença da educação sexual nas salas de aula, para que quanto mais cedo aprenderem a se cuidar, mais cedo livres e seguros vão se tornar. Os jovens precisam ter acesso a esses serviços e à informação, precisam ser liberados das pressões sociais e preconceitos diante das doenças. Ademais, as mídias de televisão, redes sociais e rádio devem elaborar campanhas com conteúdo que encoraje a população a realizar consultas e tirar dúvidas ao menor caso de desconfiança, de modo a tratar o mais rápido, em caso de diagnóstico positivo para as doenças. Com tais implantações, esse problema poderá ser uma mazela passada na história brasileira.