O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 05/05/2020

Na contemporaneidade, o avanço da medicina possibilitou o desenvolvimento de medicamentos para tratamentos de doenças infectocontagiosas, proporcionando qualidade de vida aos portadores. Infelizmente na realidade brasileira, há uma enorme imprudência nas relações sexuais, o que alarma os índices de infectados.

Tal conjuntura se deve ao fato de haver a falta de conscientização quanto as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil. De acordo com a revista Exame, 4 em cada 10 jovens, público mais acometido, não usam preservativo nas relações sexuais. O desleixo se deve ao pouco conhecimento sobre as DST e a crença de alguns quanto a existência da cura do vírus da imunodeficiência humana e outras.

Consequentemente, quando não diagnosticadas podem levar a infertilidade e até mesmo a morte, além de que há o aumento do risco de adquirir o HIV quando já se possui alguma outra DST. Microrganismos que provocam essas doenças estão cada vez mais resistentes aos tratamentos, o que já preocupa os especialistas.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Ministério da Saúde em parceria com a mídia deve propor um horário para se veicular nos meios de comunicação informações sobre a gravidade dessas doenças  e suas consequências, e assim, incentivar o ato sexual seguro. Essa medida é direcionada em especial aos jovens, como forma de conscientização e reeducação sexual. Espera-se, com essa ação a diminuição dos infectados.