O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 11/05/2020
As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são consideradas como um dos problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo. Desde 1986, a notificação de casos de aids e sífilis é obrigatória a médicos e responsáveis por organizações e estabelecimentos públicos e particulares de saúde, seguindo recomendações do Ministério da Saúde. As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) podem ser definidas como as doenças que são contraídas através de relação sexual com pessoa contaminada sem a devida proteção. Algumas, no entanto, não provocam sintomas imediatamente, porém podem desencadear complicações graves, como infertilidade, câncer e morte, se não forem tratadas precocemente. Dentre esses métodos, podemos destacar a pílula anticoncepcional, DIU, diafragma, anel vaginal, espermicidas, abstinência periódica, laqueadura e vasectomia. O tratamento para as infecções sexualmente transmissíveis varia de acordo com o tipo específico de infecção. Mesmo no caso de doenças que não têm cura, como a AIDS, o tratamento é muito importante, já que ajuda a evitar o agravamentos da doença e alívio dos sintomas, além de prevenir a transmissão da doença para outras pessoas.