O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 17/05/2020

Por volta da década de 80, ápice da ADIS no Brasil, doença sexualmente transmissível, sem cura, desencadeadora de diversos problemas de saúde, até a morte, propagando horror e preconceito social. Dentre as vítimas eram gays, devido a prática de sexo sem preservativo, comum entre os mesmos, graças a preocupação com gravidez.

A ADIS é apenas um exemplo de DSTs, além de varias outras, há também as Infecções Sexualmente Transmissíveis, causadoras de danos danos físicos e psicológicos aos portadores. O desenvolvimento de tratamentos e medicamentos  garantem qualidade de vida as pessoas soro positivo. Paralelo as pesquisas de fármacos as entidades de saúde criaram e veicularam campanhas anti panico, com intuito de conter o pavor e inibir o preconceito da população.

Segundo estatísticas, 21,6% dos jovens brasileiros acreditam na existência de cura da AIDS e, 43,4% admitem, fizeram sexo casual sem preservativo. Tais dados podem ser umas das causas para o aumento de DSTs nesse público, vale ressaltar o fato das iniciativas de prevenção e conscientização coletiva não surtirem efeitos contundentes, visto que, só se da ênfase ao assunto em período de de carnaval.

Cabe ao ministérios da saúde ampliar os programas já existes em parceria com SUS, os agentes de saúde ser usados como veículos de informação. Em conjunto, no âmbito escolar, educadores devem abordar educação sexual desde o ensino fundamental, considerando o grau de entendimento dos estudantes e alertarem aos pais das possíveis consequência do desconhecimento dessa ciência por parte de seus filhos. Assim, seria possível gerações futuras sexualmente saudáveis.