O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 31/05/2020

“Aquele que não tem tempo para cuidar a saúde vai ter que arrumar tempo para cuidar da doença”, dizia Lair Ribeiro. O número de ocorrência de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) vem aumentando ao longo dos anos, principalmente entre jovens. No Brasil não é diferente e o assunto vem sendo motivo de preocupação. Isso se da pela falta de uso da camisinha ou por não terem medo da doença como deveriam.

Em primeiro plano, vale ressaltar que, o não uso da camisinha é a principal causa da proliferação de doenças do tipo DSTs. Segundo a Secretaria da Saúde 29 mil casos foram registrados. Conforme a pesquisa citada, pode se concluir que o nível de contagio é alto e mesmo assim os jovens deixam de lado a responsabilidade consigo e com seu parceiro. Caso houvesse conscientização da população, o número de ocorrências poderia ser bem menor.

Em Segundo Plano, é fulcral que a parte jovem saiba o quão prejudicial pode ser uma DST. Visto que, a doença não é tão fatal quanto antigamente por existir coquetéis, o medo de passar a ter a doença praticamente desapareceu. Segundo a Unaids 49 milhões de pessoas já morreram por causa da doença. Mesmo que, o número de óbitos hoje em dia já não seja tão elevado, os problemas no sistema imunológico que a doença trás e a necessidade de se tomar remédio para o resto da vida são provas de que isso não é agradável. Outrossim é que a falta de medo e a consequente falta de preocupação acabam por levar o jovem a não usar camisinha, que é fundamental para conter a proliferação da doença.

Conclui-se que, é indispensável que se tome medidas para a não proliferação de doenças do tipo DSTs entre jovens. Afim de resolver o problema, o Ministério da Cultura, por meio  de propagandas nos diversos tipos de mídia como televisões por exemplo, deve ressaltar o quanto é importante o uso da camisinha. Assim, além de evitar a proliferação da doença, a concientização evita que o individuo e seu parceiro tenham problemas de saúde no futuro. Paralelo a isso, o Ministério da Educação, em parceria do Ministério da Saúde, por meio das escolas, deve abordar o assunto em palestras obrigatórias anuais. Mostrando que o fato de não levar a óbito não quer dizer que não traga outros tipos de risco. Dessa forma, poderá se assegurar uma vida com menos riscos de saúde a população e o número de DSTs entre jovem diminuirá.