O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 03/06/2020
As DSTs (doenças sexualmente transmitidas) são incluídas nas estudos desde 1509. Entretanto, o número de jovens entre 11 e 25 anos infectados tem aumentado nas últimas décadas, segundo a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. À luz disso, políticas públicas efetivas são primordiais para a saúde adolescente.
Em princípio, é importante considerar o estigma em volta de temas sexuais. Dessa maneira, muitas famílias brasileiras preferem não discutir o assunto com seus filhos ou, nem mesmo, desejam que os jovens sejam instruídos sobre DSTs e sexo nas escolas. Em consequência disso, adolescentes sem nenhum conhecimento sexual não usam métodos contraceptivos e, portanto, contraem doenças com facilidade. Enfim, é imprescindível que os temas sejam debatidos com veemência, a fim de quebrar o tabu em volta deles.
Outrossim, é relevante considerar a banalização do uso da camisinha. Assim, os casais adolescentes tomam como verdade que o preservativo tem, somente, a função de evitar gravidezes. A partir dessa concepção, o método é ignorado, com a justificativa de que a menina faz uso de pílulas anticoncepcionais. Logo, é necessária a realização e organização de projetos que esclareçam os perigos das doenças sexualmente transmissíveis para o jovem no Brasil.
Portanto, cabe ao Ministério da Saúde realizar e financiar as pesquisas estaduais sobre o tema no Brasil. Além disso, é de suma pertinência incentivar a discussão sobre as DSTs por meio de palestras, reuniões estudantis, campanhas governamentais etc. Desse modo, o Ministério da Saúde deve ser auxiliado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), a fim de promover a importância da saúde sexual na adolescência.