O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 09/06/2020

Durante o século 16, a disseminação das doenças sexualmente transmissíveis assolava a Europa. Nessa época o anatomista e cirurgião Gabriele Fallopino produziu o [que descrevia ´´bainha de tecido leve`` para proteção de Dsts. Hodiernamente, o aumento de Dsts entre os jovens brasileiro tem se mostrado evolutivo devido a despreocupação do mesmo ao uma certa vitória do governo no combate a HIV/Aids.

Em teoria, jovens são mais informados com a relação sexual. Entretanto, apresentam comportamento sexual mais irresponsável e menos protegido, banindo a utilização dos métodos de proteção ficando a mercê das doenças sexualmente transmissíveis que são uma ameaças ´´persistentes e endêmicas no sistema de saúde global`` e têm profundo impacto na saúde dos jovens se não forem tratadas, elas podem levar sérios efeitos crônicos que incluem doenças neurológicas e cardiovasculares, infertilidade, abortos e risco de HIV, casionando exclusão social.

Além disso, um entrave é a mentalidade retrógrada de parte da população, que age como se a doença fosse transmitida através do toque, do abraço e do ato de comprimentar, uma questão sexual no Brasil tratada com um tabu. Tal atitude se relaciona ao conceito de banalidade do mal, trazido pela socióloga Hannah Arendt: quando uma atitude agressiva ocorre constantemente, as pessoas param de vê-la como errada.

Desse modo, é necessária uma  ação do Estado através do Ministério da saúde, criar campanhas midiáticas sobre a importância do uso de camisinhas voltadas para jovens por meio de canais de comunicação específicos como as redes sociais. Assim como o Ministério da educação em parceria com as escolas deve alterar a grade curricular dos alunos do ensino fundamental e médio, adicionando na disciplina de biologia que aborde questões relacionadas a Dsts com o fito de prevenir os jovens, e que o tecido social se desprenda de certos tabus para que não ocorra a exclusão social.