O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 16/06/2020
O importante não é viver, mas viver bem. Segundo Platão, a qualidade de vida tem tamanha importância de modo que ultrapasse a própria existência. Entretanto, no Brasil essa não é uma realidade visto que os jovens não estão vivendo bem graças ao aumento das infecções sexualmente transmissíveis, e esse fato acontece não só pela falta de informação, como também, pela resistência ao uso de preservativos.
Antes de mais nada, ao contrário dos anos 80, quando se falava da AIDS, a redução dos casos de infectados fez com que houvesse uma consequente diminuição nas divulgações de métodos preventivos de ISTs entre os famosos que morreram em decorrência dela estão Cazuza, Renato Russo entre outros. Nos dias atuais, de acordo com a AUN, Agência Universitária de Notícias da USP, 2018: a nova configuração de relacionamentos promoveu a ideia de sexo casual com maior facilidade, o que se traduz em maiores taxas de risco na ausência de uma consequência de prevenção e de cuidado.
Além disso, no Brasil muitos jovens não usam camisinhas por acreditarem que não correm risco de infecções. O fato de muitas ISTs serem silenciosas e de difícil identificação visual aumentam as chances de contágio quando, não há o uso de preservativo. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, de 2012 a 2018 houve um aumento de 603 porcento de casos de DSTs com sífilis, gonorreia e clamídia, sendo que todas elas podem ser evitadas com o uso de preservativos.
Portanto, medidas são necessárias para combater o impasse. O Ministério da Saúde deve promover o incentivo ao uso de preservativos, por meio da criação de Campanhas nacionais nas mídias televisivas e nas redes sociais, que relatem dados informativos sobre o aumento dos casos de doenças sexualmente transmissíveis e a importância do uso de camisinhas, para que mais cidadãos percebam a gravidade desses contágios e pratiquem sexo com segurança. Só assim os jovens viverão bem.