O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 21/09/2020

Aids, sífilis, gonorreia. Mesmo com tantos avanços as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) estão cada vez mais presente no cotidiano da população brasileira - principalmente entre jovens - o que é inaceitável, visando os diversos meios de comunicação que estão presentes no dia a dia dos mesmos.

Com as inovações da indústria farmacêutica, doenças como a Aids - sem cura - passaram a ser menos temidas, uma vez que existem diversos tratamentos para as mesmas. Porém dificilmente é mostrado que as pessoas que possuem a doença sofrem uma série de delimitações - como tontura, enjoos - mesmo com o tratamento. Por conta dessa falta de informação, a população está deixando de lado os métodos de prevenção contra as DSTs, como a utilização de preservativo durante o ato sexual, uma das principais maneiras de transmissão, assim como o compartilhamento de seringas e de objetos cortantes sem o devido cuidado.

Segundo o artigo 196° da Declaração Universal dos Direitos Humanos, é dever do Estado garantir a saúde a todos. É notório que o governo não cumpre isso, pois sistema de saúde é falho e como consequência disso, tem-se o crescimento dos infectados. Existem campanhas sobre a prevenção das DSTs organizadas pelo Ministério da Saúde (MS), como a “usar camisinha é uma responsa de todos” lançada no início de 2020 na Rocinha, RJ. Também há distribuição gratuita de preservativos nas unidades básicas de saúde. Mesmo com as campanhas o MS não tem bons resultados, nem a diminuição dos casos, pois não está conseguindo atingir com suas campanhas quem realmente precisa, os jovens.

Portanto, o governo juntamente com o Ministério precisam reavaliar suas formas de combate as Doenças Sexualmente Transmissíveis, incorporando campanhas, palestras e a disciplina de Educação Sexual nas escolas, onde se concentra grande maioria dos jovens. Assim como devem utilizar os influenciadores digitais - que estão em alta no momento - para divulgarem suas ideias sobre a prevenção das DSTs. Além disso, têm de mostrar mais as consequências que a contaminação traz, para que os jovens fiquem atentos e receosos, dessa forma eles irão se prevenir. Sendo assim, só se combate a transmissão com a informação.