O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 27/06/2020

A doença do Tabu

A revolução Industrial de 1750 decorrida na Inglaterra proporcionou avanços à sociedade em diversas áreas, entre elas a medicina. Mesmo com esta evolução contante através dos séculos a falta de cuidado humana com o próprio corpo ao banalizar enfermidades e o tabu implantado na comunidade quanto à relações sexuais entre jovens facilitam o fortalecimento de doenças, especialmente as sexualmente transmissíveis.    Ao passo de que poucos dados sobre DST’S são abordados na coloquialidade e escolaridade, a falta de discernimento, sobretudo entre jovens, relativo a essa temática molda uma trivialização dos problemas que podem ser gerados em um indivíduo. E ainda, devido ao massivo uso de preservativos pela geração anterior, as doenças sexualmente transmissíveis se mantiveram silenciosas reforçando a consequente banalização.

Ademais, o equívoco gerado na década de 80 relacionando infecções sexais e homossexualidade, gerou um preconceito naquela geração onde estes indivíduos não conseguem tratar este assunto abertamente com seus filhos. Bem como a masculinidade tóxica ainda presente para a geração atual que representa erroneamente a falta de virilidade ao usar preservativos.

Deste modo, se fazem necessárias medidas para a contenção destas doenças. Majoritariamente, crianças e jovens devem ter acesso à educação sexual oferecida na grade curricular obrigatória a fim de disseminar o uso de preservativos e autoconhecimento corporal. No mais, propagandas de conscientização midiáticas oferecidas pelo governo para a anti-disseminação do tabu instaurado na sociedade.