O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 01/07/2020

O ser humano é um conjunto de relações sociais concretamente determinadas pela história. Não está interessado somente em interpretar o mundo, mas sim em transformá-lo. Entretanto, quando se discute sobre o aumento o de DSTs entre jovens brasileiros, percebe-se que ainda há controvérsias. Nesse caso, cabe um debate acerca de como estabelecer uma mudança concreta no distanciamento dos jovens na saúde e a falta de informação sobre a DST entre os jovens.

Em primeira instancia, é inegável o distanciamento dos jovens á hospitais e postos de saúde na sociedade. Conforme o portal de notícias UOL, jovens entre 15 e 24 anos, que fizeram sexo sem preservativo no último ano, apenas 15,2% fizeram teste de HIV na vida. Logo, o número de pessoas que fazem exames e testes é extremamente baixo, é inadmissível adolescentes não procurarem os agentes de saúdes, pois, além de ocasionar doenças em outras pessoas podem também prejudicar a mente do indivíduo após saber o ocasionado.

Ademais, a falta de informação sobre a DST entre os jovens é um grande problema na sociedade brasileira. Nessa perspectiva, vale citar a série de televisão “Sex Education” lançada em 2018, no qual o surto acontece na segunda temporada do primeiro episódio, onde os personagens estão na escola, eles se deparam com um surto de clamídia e ficam apavorados, com a falta de informação achavam que a doença era transmitida oralmente pelo ar, acarretando em um grande furdunço na escola. Isso mostra que a maioria dos jovens não sabem como que é passado as doenças sexualmente transmissíveis, e muitas pessoas são prejudicadas por não saber sobre o assunto e se descuidam muitas vezes na hora do sexo.

Desse modo, é necessário que o Ministério da Educação juntamente com o Ministério da Saúde melhore o conteúdo sobre DST e também se aprofundar principalmente no conteúdo da transmissão das doenças, para aumentar o acesso de informação sobre o assunto, fazer cartazes e palestras para os alunos de escolas públicas e particulares no ensino fundamental e médio e aos jovens trabalhadores entre 14 e 25 anos, com finalidade de diminuir o aumento de DSTs no Brasil e incentivar os jovens a se tratarem de suas doenças.