O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 23/07/2020

As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) tem apresentado aumento significativo nos últimos anos. Promulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a taxa de contaminação de doenças sexualmente transmissíveis ultrapassou a média anual de 1 milhão de pessoas contaminadas. Com isso, pode-se analisar que essa problemática persiste não só pelo desinteresse social com a utilização de preservativos, mas também pela desinformação e negligência sobre o assunto.

É importante ressaltar, em primeiro plano, que as doenças como, Aids, gonorreia, sífilis, clamídia entre outras são consequências do desuso de preservativos e descuidado com a higiene pessoal. É evidente que o contágio de tais doenças afeta não só o contaminado, como também pode causar impactos sociais como, infertilidade, aumento na taxa de mortalidade infantil, HIV e abortos. Pesquisadores apontam que por conta do sífilis, o número de bebês natimortos cresceu consideravelmente no ano de 2016, sendo essa doença a principal causadora da morte de fetos.

Cabe mencionar, em segundo plano, quais consequências das doenças sexualmente transmissíveis. Doenças como o HIV, causadora da aids, não possui cura, podendo gerar problemas cardiovasculares ou neurológicos, porém, ela pode ser controlada com auxílio de remédios e acompanhamento médico. Desse modo, é evidente que a falta de cuidado e a banalização do uso de preservativos, pode ser alarmante em alguns casos.

Diante do exposto, conclui-se que medidas são necessárias para a solução do problema. Cabe ao governo propagar através da mídia mensagens com o objetivo de conscientizar a população sobre os perigos das doenças sexualmente transmissíveis. Além de disponibilizar o fácil acesso a exames e vacinas com o intuito de agilizar o processo de erradicação do problema. Através do consentimento geral sobre a importância do uso de preservativos e higiene pessoal, o DSTs poderá diminuir consideravelmente.