O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 16/07/2020

Herpes. Clamídia. AIDS. Sífilis. Gonorreia. Esses são apenas alguns exemplos de DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) adquiridas por jovens na contemporaneidade. Nota-se que nas últimas décadas, o número de infecções tem crescido de forma significativa, fato que é agravado pela despreocupação do jovem em se prevenir e também pela falta de instrução dada por meio da escola e da família.

Em primeira análise, cabe pontuar que por meio das descobertas científicas e avanços na medicina, novos métodos contraceptivos começaram a ser mais utilizados, como as pílulas anticoncepcionais. Dessa forma, a camisinha, método mais utilizado até aquele momento , foi sendo dispensada pelos jovens, desconsiderando o fato de que além de evitar uma gravidez indesejada , ela protege contra doenças sexuais, tais com HIV e sífilis.

Outrossim, é que algumas escolas não possuem profissionais ou até uma pedagogia adequada para ajudar os alunos a se prevenirem corretamente e saberem detectar os sintomas de determinadas infecções. Além disso, grande parte das famílias não estabelecem diálogos com os filhos, por tratarem o sexo como um tabu, o que contribui para que os jovens tenham relações íntimas sem proteção.

Portanto, é necessário que o Governo Federal, por intermédio do Ministério da Saúde forneça uma maior quantidade de preservativos nos postos de saúde municipais e estaduais. Ademais, a escola , por meio de palestras com cunho educativo, deve enfatizar sobre as doenças que podem ser resultantes de relações sexuais sem responsabilidade e cuidado.