O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 18/07/2020

As doenças sexualmente transmissíveis vem promovendo o óbito de diversos indivíduos, inclusive de artistas renomados como Freddie Mercury, Renato Russo e Cazuza. Isso se deve, principalmente, pela banalização ao uso de preservativos, fruto da escassa educação. Destarte, evidencia-se a necessidade da discussão acerca da adição aos casos de DSTs entre os jovens da contemporâniedade.

A priori, faz-se imperioso salientar sobre a falta de consciência populacional em relação aos riscos no qual a ausência de preservativos durante as relações sexuais pode proporcionar. Subestimando, portando, a fatalidade na contração de uma infecção sexualmente transmissível. Nessa ótica, segundo o filósofo Imannuel Kant, “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Desse modo, fica explícito o papel da educação sexual em prol do conhecimento, segurança e a preservação à vida dos jovens.

A posteriori, vale destacar a banalização ao uso da camisinha devido à confiança da população na utilização de contraceptivos como meio de evitar uma gravidez indesejada. Assim, conforme os dados da Organização Mundial da Saúde, 1 milhão de pessoas contraem DSTs por dia. Dessa forma, nota-se que uma grande parcela da população necessita de auxílio para exercer um bom uso de medidas preventivas.

Portanto, evidencia-se que medidas educacionais para que ocorra a diminuição da contração de DSTs são fundamentais. Por conseguinte, urge que o Ministério da Educação introduza nos sistemas de ensino públicos e privados, por meio de urologistas e ginecologistas capacitados em ministrar palestras, o programa “Educação Sexual”, com o fito de dar suporte aos jovens sobre os cuidados com o corpo, as formas preventivas contra as infecções sexualmente transmissíveis e aos riscos no qual podem se submeter. Para que assim, haja melhor proteção nas relações sexuais dos jovens brasileiros.