O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 24/07/2020
Doenças sexualmente transmissíveis é de extremo comum no meio cotidiano populacional apesar de ser um tabu. Os resultados dos exames evoluem progressivamente preocupando os médicos e a ONU (Organização Mundial da Saúde), no Brasil casos crescem de forma gradativa e alarmante enquanto em outros países a taxa vem diminuindo, só entre 2010 e 2018 houve o aumento de 21% de infectados.
A educação sexual é extremamente baixa, se não nula em escolas de ensino estadual, municipal e particular. Há um grande tabu com esse assunto assunto, por muitos associar diretamente o ensino á orientação sexual e não um todo. O jovem já vem de uma família periférica e ao chega na escola não receber o ensino sexual básico quando sua função é ensinar chega ser frustrante. Muitos acreditam em mitos, como ‘‘apenas homossexuais pegam e passam a doença’’, qualquer pessoa que tenha um contato sexual ou sanguíneo com como o infectado pode pegar. ‘‘Apenas com penetração se contaminam’’, sexo oral, anal ou até mesmo com o beijo transmite o vírus. E até mesmo ’’ há a necessidade de se envolver sexualmente com alguém’’ quando se sabe que o vírus pode disseminar através de agulhas como no estúdio de tatuagens ou em alicate de unha com idas a manicure, por exemplo, isso se o aparelho não for esterilizado com eficacia.
O jovem se vê necessitado em agradar o outro e a camisinha que até então o método é de fácil acesso, já que podemos encontrar a distribuição gratuita em postos de saúde, é deixada de lado pela pressão do parceiro, do esquecimento o até mesmo a famosa frase ’’ todo mundo faz’’. A falta de medo também é um fator importante, o pensar que não irá acontecer com ele deixa várias pessoas em alto risco de contaminação.
Muitos se esquecem de quão importante é a prevenção e os riscos da doença portanto o exame tão valioso para saber se se tem a contaminação é deixada de lado e partem diretamente as relações sexuais. O não tratamento da doença pode se agravar a abortos, infertilização, doenças vasculares e neurológicas ou até mesmo à algo crônico.
Contudo, a educação sexual para saber a importância e o tamanho dos riscos é de fator primário para poder se combater e diminuir as taxas de infectados.