O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 27/07/2020
As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha com uma pessoa que esteja infectada, e geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. As mais conhecidas são gonorreia e sífilis.
De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (Pense), divulgada pelo IBGE, em 2015, 33,8% dos adolescentes de 13 a 17 anos haviam iniciado sexo e não usavam preservativo durante a última relação sexual. Isso ocorre porque não há uma campanha publicitária eficaz. Atualmente, as campanhas eleitorais são realizadas da maneira tradicional de sua existência, isto é, na televisão, mas hoje não chegaram a jovens. Para que essa campanha seja realmente eficaz, é necessário adaptar-se ao público e, portanto, à migração de informações para novas mídias sociais (como a Internet).
Além disso, com o advento da tecnologia, especialmente as formas de relacionamento entre os jovens sofreram tremendas mudanças, tornando as interações sociais mais fáceis e rápidas, incluindo a busca de parceiros sexuais. Como resultado, a probabilidade de doença tende a aumentar, o que pode ser devido ao número de parceiros que a mesma pessoa pode ter ou à natureza dessas mesmas pessoas conhecidas na Internet.