O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 03/08/2020

As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) fazem mais de mil jovens, vítimas por ano que podem vir a óbito por falta de tratamento ou até ciência dessas doenças. Para muitas pessoas, a doença não é apenas o resultado de nossas ações, mas também o resultado de nossos pensamentos, pois da mesma forma, o aumento de doenças sexualmente transmissíveis entre jovens brasileiros se deve à falta de conhecimento e informação.

Muitos indivíduos estão infectados com o vírus porém desconhecem desse fato, por terem um pré conceito de que nunca serão alvos desse mal e por acharem que AIDS não é mais tão mortal como era na década de 90. As pessoas desenvolveram uma falsa sensação de segurança e deixam de usar preservativos como método preventivo e preferem usar contraceptivos, por exemplo, apenas para evitar uma possível gravidez.

De acordo com a Agência Conjunta das Nações Unidas para o HIV/AIDS (UNAids), houve um grande aumento no número de casos em 2016, devido ao uso de contraceptivos e não de preservativos. Caso a população jovem se adequasse á prevenção, esse número poderia ser menor. Apesar das campanhas sobre a importância do uso de preservativos e distribuição gratuita, o uso ainda é subestimado pela maioria dos jovens.

Portanto, para que os jovens tenham maior conhecimento sobre a prevenção de DSTs, é importante tornar as consequências mais conhecidas e discutir o tópico de maneira clara e descritiva. É interessante que o Ministério da Saúde coloque mais anúncios de alerta na mídia e, além de incentivar a prevenção, mostre de forma realista as dificuldades e estigmas que os jovens enfrentam ao ter essas doenças, quebrando objeções sobre o assunto. A melhor forma de prevenção é o conhecimento. Tendo ciência das consequências, as atitudes tomadas serão mais seguras.