O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 31/07/2020

O cenário brasileiro demonstra que o comportamento irresponsável dos jovens vem impedindo o país de avançar no combate às DSTs. O descaso dos adolescentes de hoje se da por muitas vezes pela má informação ou negligência por parte da Secretaria de Saúde que disponibiliza tratamento gratuito e conscientização para a população jovem que é mais ascendente em termos gráficos.

Alguns tipos mais comuns de DSTs encontradas no nosso meio são aquelas conhecidas: Aids, que é um retrovírus que pode causar um infecção das células do sangue e do sistema nervoso além de um período de incubação prolongado; Temos também a Sífilis que vem aumentando os seus índices de contagio e vem preocupando a cada ano, ela é uma infecção causada pela bactéria Treponema, causando feridas nos órgãos genitais e as vezes manchas no corpo e febre; Hepatites virais, que são causadas por vírus levando a inflamação do fígado e podem ser transmitidas através de sangue contaminado, sexo desprotegido e compartilhamento de objetos cortantes. O Ministério de Saúde busca alternativas e investimentos tecnológicos mais avançados para ajuda no diagnostico e tratamento dessas doenças e outras não citadas, conseguindo colher bons frutos em algumas áreas de atuação.

Em 2019 o Brasil e a OMS (Organização Mundial da Saúde) iniciaram estudos para desenvolver novos tratamentos de algumas DSTs como a Sífilis na gestação e essa ação ocorre em três Estados principais: RS, ES, CE. O avanço tecnológico e o auxilio de campanhas e informações divulgadas em mídias digitais tem, e sempre esteve contribuindo para o tratamento dessas doenças e ajudando os contaminados para que possam ser tratados mais rapidamente e de forma mais eficiente. Todas as DSTs são tratáveis e tem reversão no seu quadro geral, desde que descobertas antecipadamente, se cada um fizer a sua devida parte poderemos diminuir os índices de contaminação na nossa sociedade, cabe a nós termos essa responsabilidade.