O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 02/08/2020

No que se refere ao aumento das doenças sexualmente transmissíveis no Brasil, também chamadas de DSTs, é um grande problema, uma vez que acomete a sociedade, em especial aos jovens, uma série de complicações graves à saúde, já que torna o sistema imunológico do indivíduo muito vulnerável a outras enfermidades. Além disso, um dos demais fatores que colaboram para esse aumento, destaca-se a facilidade de se obter informações nas redes sociais, que na verdade não adicionam em nada a formação sexual do jovem.

É importante ressaltar que embora algumas DSTs são de fácil tratamento e de rápida resolução. Outras possuem tratamento mais difícil, podendo continuar ativas, mesmo que se tenha uma sensação de melhora relatada pelos pacientes. As consequências desse tipo de doença são graves, de tal forma que podem levar o indivíduo a ter esterilidade, mais chance de ter câncer de pênis e no colo do útero, além de problemas na gestação e até infecções que podem levar a morte. Dessa forma, é muito importante e necessária a prevenção dessas doenças.

Contudo, ainda existem mais barreiras para resolver essa questão. Segundo uma pesquisa realizada pela PCAP, cerca de 74,8% dos jovens brasileiros nunca fez o teste de HIV na vida, sendo que 21,6% destes acham que existe cura para a Aids, sendo isso uma consequência do fato de que no Brasil, não é obrigatório a matéria de educação sexual nas escolas para os adolescentes, o que acaba limitando muitos jovens de adquirir conhecimento sobre o assunto e os devidos cuidados.

Sendo assim, torna-se visível que as formas mais eficiente de se combater esse mal, é por meio do incentivo ao uso do preservativo, através das secretárias de saúdes, das escolas e das famílias, tendo estas o papel de esclarecer a sociedade, em especial os jovens, a fim de terem uma educação sexual responsável, além de mais campanhas midiáticas para promover mais esse uso, e não só em ocasiões especificas, como carnaval, ou festas no geral.