O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 31/07/2020
Muito se tem discutido acerca do aumento de DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) entre jovens brasileiros, grupo compreendido entre 15 a 29 anos, de acordo com o Estatuto da Juventude. Dentre essas doenças, destaca-se a sífilis e a Aids.
Com o passar dos anos, a população juvenil tem tido cada vez mais acesso às informações, principalmente com a flexibilização da internet. Entretanto, no decorrer dos anos, os jovens perderam o temor que a doença causava no século passado, onde as pessoas contaminadas pela Aids morriam precocemente, inclusive famosos, causando repercussão na imprensa, de modo que as gerações de jovens daquele tempo tivessem mais preocupação com a doença e suas consequências. A banalização que os atuais jovens fizeram com as DSTs, está fazendo com que o número de infectados aumente.
De acordo com o projeto Este Jovem Brasileiro, 71% dos adolescentes não utilizaram preservativo na primeira relação sexual, e que apenas 54% desses jovens fazem uso habitual de proteção durante o sexo.
Segundo o depoimento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, a taxa de infectados explodiu entre 2006 e 2015 nas faixas de 15 e 19 anos (variação de 187,5%, com taxa passando de 2,4 para cada 100 mil habitantes).
Diante do aumento de DSTs entre jovens brasileiros, o Governo Federal através do Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação deve implementar medidas preventivas de orientação aos jovens por intermédio de campanhas publicitárias, utilizando as ferramentas digitais acessadas por jovens, palestras. Além disso, pode-se envolver as comunidades através de grupos e associações para aumentar o alcance das medidas preventivas e por fim a distribuição de preservativos, haja vista ser esta a forma mais segura de prevenção.