O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 03/08/2020

Com o advento de peservativos as relações sexuais entre indivíduos se tornaram menos perigosas com relação às DST’s (Doenças Sexualmente Transmissíveis) pois esses promovem de variadas maneira uma prevenção contra doenças crônicas, degenerativas e efémeras provindas das relações sexuais como exemplo pode-se apontar a Aides que não é curável somente cuidada ou tratada por coquetel médicos e sequelas a vida toda mas pode ser impossibilitada assim com o uso de preservativos como a camisinha vem para evitar essa transmissão de maneira que a relação não seja impidida, porém hodiernamente esse cuidado não é relevado por muitos que ocasiona no aumentos de DSt’s entre jovens sobretudo brasileiros.

Além disso dados da Pcap salientam que a cada 10 jovens com idades entre 15 a 24 anos 6 não usam preservativos nas relações sexuais ocasionais isso no cenário do ano de 2016 quiçá nos dias atuais com o descuido dos jovens estão tendo com relação as doenças sexualmente transmissíveis esse caso pode agravar para pior ao “andar dessa carruagem”.Vale ressaltar que a camisinha é um dos preservtivos usados ocasionalmente nas relações sexuais masculinas, outros medidas preventidas dos quais são feminina pode se citar o DIU que atua com um tubo que obstrui as vias por onde os espermatozoides passam tendo uma efetividade aproximadamente de 99,5% de dar certo e 0,5% de dar errado na questão de gravidez porém não muito proveitoso sem uso de camisinha do parceiro(a).

E o aumentos desses casos alarmantes nos jovens brasileiros se dá não só por uma má responsabilidade ou atenciosidae mas por uma questão também de consciência por parte de uma educação nas escolas, mídias e principalmente dentro de casa com o incentivo ou aconselho da família para que o indivíduo se precavesse contra possíveis DST’s se for ter uma relação sexual ocasional com a conhecimento de que essas doenças podem causar sequelas pra vida toda.

Com isso conclui-se que é pertinente não só da educação primária (família), secundária (ensino escolar) e terciário (como mídias e meios sociais) mas também das instituições façam incentivos a usos desses preservativos para qualquer estágio de idade não só jovens brasileiros mas pessoas em geral pois como diz o ditado é melhor previnir do que remediar.