O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 03/08/2020

O primeiro caso de DST ocorreu no século XVI tendo como sua vítima o soldado alemão Ulrich von Hutten, esse soldado contraiu uma doença chamada Sífilis. As Doenças Sexualmente Transmissíveis são um grupo enfermidades que são contraídas por meio de atos sexuais sem a devida prevenção e cuidados, como preservativos, onde ocorrem a troca de fluídos corporais. Elas podem ser de origem viral, bacteriana ou por parasitas.

Devido a fatores como tabus e a ausência de educação sexual no ensino pedagógico a cada ano ocorre um aumento no nível de jovens com DSTs. Essa ausência de ensinamentos pode acarretar no desconhecimento de precauções, que por sua vez acabam justamente gerando esse aumento e prejudicando a vida de milhares de adolescentes, a partir do momento que esses precisam passar por diversos tratamentos caros e a longo prazo.

Segundo a Febrasgo “Quanto à Aids, o índice de contágio dobrou entre jovens de 15 a 19 anos, passando de 2,8 casos por 100 mil habitantes para 5,8 na última década”. Portanto, observamos que com o passar dos anos o nível de jovens contagiados continua crescendo demasiadamente, podendo concluir também que a instrução sobre DSTs não vem tendo um avanço significativo e acaba não mostrando resultado muito eficiente. Convém relembrar que uma má instrução sobre DSTs não é apenas culpa das instituições de ensino, mas também de um grande tabu onde pais, mães, instituições religiosas e do próprio governo que repreendem conversas sobre esses assuntos.

Em virtude dos fatos mencionados, é dever do governo ou grandes instituições de ensino realizar acordos públicos ou privados com grandes empresas, tanto físicas, quanto virtuais (como o facebook ou netflix) que possam divulgar o que são preservativos, para qual motivo são utilizados, onde podem obter e como usá-los de modo eficiente, para que assim o conhecimento chegue a um nível maior de jovens.