O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 02/08/2020

As doenças sexualmente transmissíveis (DST), como sífilis, aids e úlcera genital, vem crescendo cada vez mais entre jovens brasileiros entre 20 e 29 anos, os jovens perderam o medo, banalizou os males e abriu mão do uso de preservativo. Isso causa pânico para a autoridades sanitárias, pois o sexo sem proteção vem causando uma explosão do número de pessoas infectadas. Em cinco anos a Secretaria de Saúde registrou 29 mil casos de alguma doença sexualmente transmissível.

Dados mostram que seis a cada dez jovens entre 15 e 24 anos fizeram sexo sem se preservar. 19,5% já tiveram relações sexuais com mais de cinco pessoas, e 74,8% nunca fizeram o teste de HIV. Isso são dados preocupantes, pois muita das vezes o jovem não sabe que possui esse tipo de doença, não se previne e acaba passando para outros, e assim adiante, o que faz com que esses dados aumentem cada vez mais. Em 2016, foram registrados 38.090 casos de aids registrados no Brasil. As consequências de algumas dessas doenças podem ser graves, inclusive levando ao óbito. Outras são passíveis de prevenção, como a vacina do HPV, disponíveis em postos de saúde.

Os governos têm feito sua parte, eles distribuem preservativos e fornece atendimento médico durante o ano inteiro. Acontece que os jovens não se preocupam nem um pouco com isso, sempre se arriscam de não usar preservativos e até mesmo acreditam que existe a cura para a aids. Esses cuidados deveriam ser bem mais intensos principalmente no carnaval, na qual é a maior festa popular do planeta e o fluxo de pessoas é grande.

O governo precisa continuar fazendo sua parte de distribuir preservativos, fazer campanhas para informar a população sobre o risco de relação sexual desprotegidos, também é muito necessário o fácil acesso ao sistema de saúde. Precisamos da educação sobre o assunto, que é a base de tudo. Além disso, os jovens deveriam colocar a mão na consciência, e entender que o preservativo, além de se proteger, estará protegendo outras pessoas também, assim fazendo diminuir o número de infectados.