O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 02/08/2020
As DST’S são doenças sexualmente transmissíveis dentre elas podemos destacar a AIDS, incurável, e que por muita das vezes pode levar a morte se não for tratada devidamente. Hodiernamente o número de DST’S está cada vez mais alto. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima a ocorrência de mais de um milhão de casos de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) por dia no planeta. Ao ano, estima-se aproximadamente 357 milhões de novas infecções, entre HPV, clamídia, gonorreia, sífilis e tricomoníase. Esse problema também é comum na população brasileira. De acordo com o ministério da saúde a população mais suscetível a essas doenças estão numa faixa etária de 25 a 39 anos. Nos últimos 4 anos, o aumentos dessas doenças tem sido alarmante, principalmente em relação a sífilis que é uma doença fácil de tratar. O Estudo Epidemiológico sobre a Prevalência Nacional de Infecção pelo HPV (Papilomavírus Humano) constatou que das 7.586 pessoas testadas, 54,9% tinham o vírus e 38,4% apresentavam alto risco de desenvolver câncer.
Quanto à Aids, o índice de contágio dobrou entre jovens de 15 a 19 anos, passando de 2,8 casos por 100 mil habitantes para 5,8 na última década. Na população entre 20 e 24 anos, chegou a 21,8 casos por 100 mil habitantes. Em 2016, cerca de 827 mil pessoas viviam com o HIV no País. Aproximadamente 112 mil brasileiros têm o vírus, mas não o sabem.
Ainda segundo o Ministério da Saúde, há dois anos, foram notificados 87.593 casos de sífilis adquirida, 37.436 em gestantes e 20.474 congênitas. Já os episódios de Hepatite C somavam pouco mais de 7 mil casos em 2003, incidência de 4 por 100 mil habitantes. Em 2016 foram 6,5 casos por 100 mil habitantes.
É necessário o investimento pelo governo na educação voltado a proteção de DST’S. é necessário informar a população sobre os riscos dessas doenças. Necessário também que os pacientes tenham uma maior comodidade e que não sofram descriminação por serem portadores dessas doenças.